Pavilhão dos Desportos 2017-05-02T20:31:31+00:00

Project Description

Acontece em Lisboa
Pavilhão dos Desportos

Após anos de decadência, o pavilhão reabriu restaurado em Fevereiro de 2017, com elegantes painéis de azulejos em azul e branco a adornar amplos corredores repletos de luz, e seriam mesmo os azulejos exteriores da fachada principal, representativos de episódios da historia de Portugal que indicavam ao passante a grandiosidade do edifício quando este quase parecia um  escombro que se degradava dia a dia.

Duas esculturas, representando a Ciência e a Arte franqueiam a entrada e conduzem o visitante a outra escultura,  um atleta, bem no centro do recinto, a fazer jus ao propósito deste pavilhão

Em 1984 foi renomeado de Carlos Lopes em homenagem ao atleta português que ganhou inúmeras medalhas, agora profusamente dispersas nas duas salas laterais, bem como as suas sapatilhas e fatos de treino.     

A historia do pavilhão remonta a segunda década do seculo XX, fabricado em Portugal e enviado para o Brasil onde foi montado para representar o Pavilhão Português na Exposição Universal do Rio de Janeiro, que se realizou entre Maio de 1922 e Março de 1923, regressou ao pais de origem quatro anos mais tarde, foi colocado no parque Eduardo VII e lá ficou

Foi palco de grandes eventos desportivos, espectáculos, comícios políticos e mesmo de queima de fitas, só o futuro poderá indicar que  novos horizontes lhe estão destinados.

 

Pavilhao dos Desportos
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Sobre Campo de Ourique diz Damião de Gois

“De Teresa teve Henrique um filho: Afonso. Este Afonso, depois de muitos e famosos feitos praticados a favor da fé cristã, tendo ido combater contra cinco poderosíssimos reis mouros nos Campo de Ourique, perto de Castro Verde, os quais derrotou num só combate, foi simultaneamente eleito, aclamado, e jurado rei pelos soldados no próprio acampamento……..

Em memória deste milagre, Afonso mandou gravar no seu escudo, que até então era apenas de cor branca, cinco escudetes azuis, a lembrar os cinco reis vencidos; e em cada um dos escudetes dispôs cinco pontos brancos, em ordem quincuncial, memória das cinco chagas de Cristo……

Está ligado a esses sinais um outro sentido misterioso, digno de ser reconhecido: é que, somando o número de todos os pontos brancos aos referidos cinco escudetes, obtém-se um total de trinta: ou seja os trinta dinheiros, preço pelo qual Judas vendeu aos judeus Cristo Salvador do mundo.”